Já se passaram mais de 20 dias desde o fim da greve dos caminhoneiros, que provocou uma crise de desabastecimento no país inteiro. Mas, na Bahia, o gás de cozinha ainda não chega às distribuidoras como antes.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) admite que ainda há impacto da greve dos caminhoneiros em cidades da Bahia e da região Centro-Oeste, o que tem feito com que as revendedoras tenham dificuldade em repor os estoques.

“As empresas distribuidoras estão trabalhando em regime de horas extras e durante o fim de semana para atender à demanda, assim como a Petrobras e a ANP estão fazendo o máximo esforço para aumentar a oferta do produto nas distribuidoras”, disse o Sindgás, em nota. A categoria não explica, no entanto, que tipo de impacto ainda resiste sobre o botijão.

Enquanto o problema não é resolvido, o Sindigás recomendou que “a população evite uma corrida aos pontos de venda, o que dificulta a normalização da distribuição”. Segundo o grupo, “não há razão para temer o desabastecimento do produto”.