O juiz Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato na primeira instância, sofreu uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), protocolada nessa terça-feira (10) pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).

Segundo os argumentos da Associação, Moro não poderia interferir no cumprimento da ordem, tendo cometido o delito de prevaricação, previsto no art. 319, do Código Penal, aplicável na hipótese de desobediência a ordem judicial praticada por funcionário público no exercício de suas funções.