Vem mais chumbo grosso por aí, principalmente, contra o PT e o novo MDB.

O publicitário Duda Mendonça, ex-marqueteiro do partido e responsável pela campanha vitoriosa de lula em 2002, teve o seu acordo de delação premiada do com a Polícia Federal homologado, nesta quinta-feira (28), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

A delação trata das investigações da Operação Lava Jato, mas o conteúdo dos depoimentos é mantido sob segredo de Justiça. Fachin tomou a decisão após o Supremo validar autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal possam negociar delações premiadas, com base na Lei de Organizações Criminosas (12.850/2013).

Em 2005, Mendonça confessou à CPI dos Correios ter recebido R$ 10,5 milhões pela campanha à eleição de Lula via caixa 2.

Já em trecho vazado de sua sua delação premiada à Polícia Federal, o publicitário afirmou que que os repasses da Odebrecht, via caixa 2, à campanha para governador do presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), em 2014, foram de, pelo menos, R$ 10 milhões.